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Notícia

12.07.2017

Congresso Ciclos termina com palestra do monge Jorge Koho Mello

Cuiabá/MT – A sustentabilidade é transversal à vida e suas dimensões contemplam vários aspectos relacionados ao ser humano. Seguindo uma tendência das edições anteriores e dentro desse conceito, a programação do Ciclos Congresso Internacional de Sustentabilidade para Pequenos Negócios, dias 6 e 7/07, no Centro de Eventos do Pantanal, não deixou de lado os cuidados com a alma.

Para encerrar os dois dias de trabalho dos congressistas foi programada a palestra “Simplicidade como caminho”, com o monge zen-budista Jorge Koho Mello, facilitador da Rede Simplicidade e ambientalista ativo atuando em várias frentes no Brasil e outros países.

Ele destaca que o autoconhecimento é uma habilidade empreendedora que pode transformar negócios, mercado e a vida das pessoas. Disse que a simplicidade não é o oposto da complexidade, que é inerente à vida, mas sim sua “irmã”. “A simplicidade é o antídoto da complicação, que se apresenta como uma síndrome da vida moderna, quase uma doença contagiosa e endêmica”, que precisa ser tratada e eliminada.

Ele começou a palestra propondo um momento de relaxamento para que os participantes pudessem entrar numa outra esfera de conhecimento, o autoconhecimento.

Os participantes do Ciclos contaram com um espaço sensorial, montado exatamente para isso, permitir que as pessoas explorassem todos os sentidos com experiências de estímulo ao tato, à visão, audição e olfato.

O arquiteto Jefferson Keese, da empresa A2E – Arquitetura de Espaços Positivos, que atua na montagem de exposições da arte, estandes para eventos e muito mais, explica que a sala trabalha com os sentidos físicos para estimular outros sentimentos e deixar as pessoas com o espírito mais aberto às informações e conhecimentos.

“Trabalhamos com elementos locais, como algodão, soja, água, vento, cheiros. A intenção é causar surpresas e ‘desarmar’ o espírito da pessoa”, resumo.

O caminho começa em um ambiente aromatizado com fragrâncias de algodão, mel, capim santo, composto por cortinas levíssimas em constante movimento, que tocam o visitante de várias formas. Na sequência, um “exercício” para forçar a percepção das coisas através do tato e da privação da visão com o uso de uma venda. Depois um convite a parar, relaxar sentir alguns aromas e ouvir a leitura do poema “Perdoando Deus”, de Clarice Linspector. Finalizando o circuito, uma exposição fotográfica “As Cores Voam”, com imagens de borboletas captadas pelo fotógrafo Almir Cândido de Almeida.

A gerente do Centro Sebrae de Sustentabilidade, Suenia Sousa reforça que o Ciclos faz alertas sobre o que está acontecendo no Brasil e no mundo, trata da questão financeira, mas também cuida da alma. 

 

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